Os melhores seguros automóveis

Não há como escapar ao seguro automóvel, pois este é obrigatório para a circulação do veículo. No entanto, ao contrário do que acontecia há uns anos atrás, hoje em dia as opções no mercado são variadíssimas e existe uma forte concorrência entre as seguradoras, o que só beneficia o cliente. Contudo, para que este ganhe realmente, é necessário que avalie de forma correcta o mercado, estudando as diferentes alternativas e optando pela que mais lhe convenha. Nesse sentido, deixamos algumas dicas sobre que tipos apólices são mais indicadas para cada “quadrante” de veículo em termos de qualidade/preço do serviço, referindo as características que mais fazem variar o prémio do seguro.

Automóveis mais velhos pagam mais
O facto de um carro ser antigo é um dos factores de maior oscilação no prémio do seguro. Por isso, caso esta seja a realidade do seu automóvel, opte por escolher um dos pacotes mais básicos, que tenha somente a cobertura obrigatória de responsabilidade civil (capital mínimo de 750 mil euros para prejuízos materiais e 2.5 milhões para danos corporais) e a facultativa de assistência em viagem. Esta última pode ser eliminada se já possuir esse serviço associado, por exemplo, a um cartão de crédito, pois muitas entidades bancárias oferecem esta apólice ou descontos consideráveis quando ligada a um cartão.

Quando o veículo é novo, escolha um serviço mais completo, preferencialmente com a cobertura de danos próprios do automóvel, pois este inclui indemnização em caso de roubo, incêndio ou colisão, desde que não haja intervenção de terceiros. A extensão aos ocupantes também é aconselhável, uma vez que assegura compensação ao condutor caso este sofra um acidente de que tenha sido causador. Coberturas de vandalismo são igualmente de considerar, mas apenas quando se vive numa zona de alto risco para a ocorrência destes fenómenos. Continuar a ler

5 dicas para pagar menos pelo seu seguro automóvel

Um serviço ao qual incontornávelmente temos de recorrer é o serviço prestado pelas seguradoras. Principalmente se fizermos parte da população que detém um automóvel pois neste caso, o seguro, é obrigatório para circularmos na via pública. Com mais ou menos campanha, os seguros vão todos cobrando os seus dividendos a que irónicamente chamam prémio.

Mas como poupar no prémio cobrado pela seguradora? Que soluções para ter o mesmo serviço mas com um menor custo? Existem algumas dicas para conseguir ter o melhor preço dos seus seguros. Aqui ficam algumas indicações de pagar um pouco menos pelo(s) seu(s) seguros.

Grande parte destas dicas são puro bom senso. De facto não existe muito conhecimento associado a estas práticas. Apenas atenção e bom senso. É importante termos em mente que podemos mudar de seguradora sempre que quisermos e que isso nos seja vantajoso. Os seguros de “antigamente” já não existem. Num outro tempo poderíamos optar por esta ou aquela seguradora porque conhecíamos o gerente do balcão. Hoje em dia tudo é gerido centralmente e de forma desumanizada de maneira que acabam por ser todos cinzentos.

Acidente no estrangeiro

Sempre que fizer uma deslocação ao estrangeiro, deverá levar consigo toda a documentação necessária, nomeadamente a Carta Verde. Em caso de acidente, devera contactar o Gabinete Nacional de Seguros do país em que estiver. Poderá encontrar os contactos no verso da Carta Verde.

Se o acidente for num país da Uniºao Europeia, terá o processo facilitado. Com a transposição para o Direito Português da Directiva nº 2000/26/CE foram criadas 3 novas entidades – Centro de Informação, Organismo de Indemnização e Representante para sinistros – com o objectivo de tornar mais eficaz a protecção dos lesados por acidente automóvel, causado por um veículo da União Europeia e ocorrido no território comunitário ou em países terceiros aderentes ao sistema de Carta Verde.

Assim em caso de acidente nestas condições contacte o centro de informação pelo telefone 800 20 19 20 (chamada gratuita) ou pelo endereço electrónico consumidor@isp.pt.