Generali garante apoio imediato com Accident Care

A seguradora Generali lançou um novo serviço, denominado Accident Care, para prestar apoio aos seus clientes logo imediatamente à ocorrência de um sinistro automóvel.

No momento em que o cliente solicita Assistência em Viagem, a Generali faz chegar até junto do local onde está o cliente um representante da seguradora que o ajuda a preencher a declaração amigável, a chamar um reboque sempre que tal seja necessário, a solicitar a presença das autoridades, a efectuar a reportagem fotográfica dos danos existentes nas viaturas envolvidas e ainda a entregar a participação do sinistro na companhia.

Este serviço é gratuito e está disponível em todo o território nacional. Para garantir um serviço rápido e eficaz, as deslocações do representante da Generali na Grande Lisboa e Grande Porto são realizados de moto, para facilitar o percurso pelo trânsito.

OK! TELESEGUROS lança campanha que transforma as más em boas notícias

A OK! teleseguros, seguradora para os canais directos do Grupo Caixa Geral de Depósitos, lançou a campanha “Mude e fique OK!”, que oferece condições especiais na subscrição do seguro automóvel para novos e actuais clientes. Durante o mês de Maio, a seguradora garante preços especiais aos clientes que mudarem para a OK! teleseguros e aos actuais clientes que reforcem o seu envolvimento com a companhia através da novas adesões ou inclusão de novas viaturas, como por exemplo, em contratos OK! Família já existentes.

Esta proposta de valor do melhor serviço ao melhor preço é reforçada com a oferta aos clientes do “Pack Be OK!”, que disponibiliza gratuitamente experiências de lazer. O “Pack Be OK!” foi desenvolvido especificamente para a OK! teleseguros, no âmbito de uma parceria com a Odisseias, e disponibiliza uma das mais de 30 experiências a usufruir ao longo do país, para 1 ou 2 pessoas, nas áreas de spa, gourmet e aventura.

Sérgio Carvalho, director de Marketing da OK! teleseguros afirma: “Acreditamos que no seguro automóvel temos a melhor oferta de qualidade e preço entre as seguradoras directas, sendo esta campanha um estímulo a que todos os portugueses possam constatar essas vantagens de que os clientes da OK! teleseguros já beneficiam.”

AFC mupis ASSISTÊNCIA 500x500 OK! TELESEGUROS lança campanha que transforma as más em boas notícias

Esta campanha marca um novo momento da comunicação OK! teleseguros. Tendo como eixo central despertar e motivar o consumidor a conhecer as ofertas OK!, a campanha apela à mudança para um seguro automóvel mais simples, moderno e a um preço especial, recorrendo ao humor como factor diferenciador.

«O humor está muito presente nesta campanha, porque é possível falar de temas sérios e importantes de uma forma divertida. O transformar as más em boas notícias é um excelente conceito, porque mudar é sinónimo de ficar OK!. É uma forma de reforçar o empenho da OK! teleseguros em oferecer seguros automóvel à medida das necessidades de cada cliente», refere Sérgio Carvalho, director de marketing da OK! teleseguros.

As boas notícias OK! teleseguros chegam aos portugueses através dos meios televisão, imprensa e internet, e também através do site www.okteleseguros.pt e do facebook. A campanha foi desenvolvida pela agência Elec3city, sendo a activação digital desenvolvida e implementada pela agência comOn.

Teresa Portal, directora criativa da Elec3city afirma que «Esta é uma altura em que o País precisa mesmo de boas notícias. E que notícia melhor do que um seguro automóvel simples, moderno e a um preço especial? Todo o conceito criativo parte daqui. Usando uma expressão comum “Queres saber primeiro as boas ou as más notícias?” surge uma campanha em que há sempre uma boa noticia a explorar, com humor. A má notícia é só mesmo para quem não é cliente OK! teleseguros»

Filmados nas ruas de Lisboa, os filmes OK! Airbag e OK! Assistência que integram a campanha foram realizados por Bruno Ferreira, produzidos por Ezequiel Viegas e pós-produzidos pela Sync. A direcção criativa foi de Teresa Portal, o copy de Ana Machado e a direcção de arte de Pedro Vaz.

Europa elogia seguradoras portuguesas

Os conhecidos “testes de stress” à banca tornaram-se habituais mas poucos saberão que o sector dos seguros também já é submetido a estudos de resistência há cinco anos. Essa foi, de resto, a data de implementação da directiva comunitária com vista à prevenção de situações como a que atingiu a maior empresa daquele ramo nos EUA, a American International Group (AIG), a qual, na sequência dos investimentos sem fundo no banco Lehman Brothers, entretanto falido, se tornou numa das entidades mais endividadas do país e se lançou numa espiral descendente na captação de clientes.

No caso português, os exames à performance das seguradoras foram bastante positivos, havendo cerca de 1.2 mil milhões de euros de capital no conjunto global do sector, ou seja, mais três mil milhões do que a verba exigida para a abertura de uma instituição deste género. No fundo, essa quantia torna este segmento lusitano num dos que obtém melhor desempenho no “velho continente”.

A responsabilidade do referido teste coube à autoridade europeia dos seguros e fundos de pensões (EIOPA), segundo a qual o sistema nacional “passa com distinção” no QIS5, denominação atribuía ao estudo que avalia os possíveis resultados da execução do regime Solvência II, plano estratégico de regulamentação do ramo segurador que terá início nos primeiros meses de 2013.

De acordo com os dados daquela instituição, a maioria das empresas portuguesas desta área dispõem de 120 a 200 por cento do capital correspondente aos requisitos mínimos do Solvência II, ficando as restantes com uma média de 75 por cento do imposto no futuro regime. Tal equivale a dizer que o cenário nacional é animador mas não deve descurar-se, pois antevê-se uma contracção para este ano devido à crise que afecta o país, o que a verificar-se comprometerá seriamente a sua liquidez e imagem perante os mercados, a mina de grande parte do financiamento que necessita para funcionar.

Na análise da EIOPA é desta forma considerada a actual e complicada situação da nação e dos clientes por consequência, sendo a avaliação final cautelosa nas suas conclusões, frisando-se que o “rácio de solvência médio [das seguradoras portuguesas] terá permanecido a um nível relativamente confortável ao abrigo do regime Solvência II”. Considerou-se, portanto, o ambiente socioeconómico lusitano e as perspectivas para 2011, havendo um notório cuidado nas elações retiradas deste “teste de stress” ao sector segurador nacional, ainda assim muito positivo.

← Página anteriorPágina seguinte →