Conselhos para escolher um seguro auto barato

O dinheiro disponível no orçamento familiar tem vindo a diminuir bastante ao longo dos últimos meses e os portugueses têm cada vez mais dificuldades em obter um equilíbrio. Contudo, a exímia vontade – que nos é inata – de vencer as barreiras tem ajudado a enfrentar as dificuldades mas nunca é excessivo indicar mais alguns conselhos para sair por cima de toda esta situação de crise que atingiu o nosso país. Nesse sentido, e porque as despesas com o carro são uma área na qual (ainda) é possível economizar, deixamos-lhe em seguida cinco dicas para que possa encontrar um bom seguro automóvel low cost e amealhe umas dezenas de euros que podem vir a ser muito úteis numa situação futura que se apresente complicada.

– Defina desde logo o valor que está disposto a pagar anualmente sem margens, isto é, não coloque entre “x” e “y”, limite concretamente a quantia máxima que pretende gastar e não ande com rodeios em torno da importância em causa. Não se esqueça de apontar esse montante de acordo com a sua capacidade financeira actual, um dos aspectos mais relevantes a considerar nesta tarefa;

– Investigue que propostas existem no mercado low cost e crie uma lista completa das possibilidades ao nível das coberturas à sua disposição. A selecção já deve ser realizada mediante o teto máximo fixado para a apólice e deve ser conduzida tendo em vista a satisfação dos padrões de qualidade e protecção que pretende assegurar;

– Verifique as diferenças existentes entre as várias coberturas dentro da mesma empresa e faça também o mesmo comparando as apólices entre as diferentes entidades. Retire as conclusões necessárias dessa avaliação preliminar e anote os dados pertinentes relativos aos limites das indemnizações em caso de danos (materiais, corporais, passageiros, entre outros), tipo de assistência prestada e qualidade do serviço;

– Faça uma análise muito cuidadosa às seguradoras e tenha em conta questões como a reputação da marca, credibilidade da empresa no sector, capacidade de resolver os casos dos seus clientes e apoio facultado durante todo o processo anterior à contratação mas sobretudo ao acompanhamento posterior, nomeadamente no decurso de um sinistro que implique a activação da apólice;

– Pesquise pela internet as opiniões que antigos clientes tenham das seguradoras, leia-as com atenção e não se fique somente por casos pontuais. Navegue pelos vários sites da especialidade, veja a informação que já existe e se for necessário ou tiver dúvidas que não tenham ficado totalmente esclarecidas, coloque a sua questão nos comentários ou fóruns e aguarde por uma resposta que o esclareça em tempo útil.

Baixar o preço do seguro cuidando do seu carro

Nos dias que correm todas as formas de reduzir os gastos são bem-vindas e ninguém irá ignorar conselhos que permitam amealhar alguns euros ao final do mês. Nesse sentido, a apresentação de dicas para diminuir o valor do seguro automóvel são extremamente úteis, pelo que lhe indicamos de seguida quatro sugestões para que consiga atenuar a importância que esta despesa tem no seu orçamento e ao mesmo tempo preserve o seu veículo, aumentando assim a respectiva durabilidade.

Faça uma manutenção regular do carro e sempre que possível leve-o ao mecânico para que seja efectuado um diagnóstico mais aprofundado. Isto significa que a simples inspecção obrigatória não é suficiente e representa apenas uma ínfima parte da atenção que é necessária prestar ao funcionamento do seu carro. Quanto melhor conservadas estejam as suas componentes menor o risco de problemas e o preço da apólice, já que as seguradoras levam este aspecto em grande consideração;

Mantenha permanentemente o motor debaixo de olho. Este é um elemento crucial do seu veículo e igualmente dos mais dispendiosos, valendo bastante a pena conservá-lo em perfeitas condições para evitar surpresas desagradáveis no futuro. Ruídos estranhos ou fumo de cor anormal podem ser um mau indício, o que faz desta uma tarefa essencial para melhor performance, menos falhas e, logo, seguro automóvel mais barato;

Cuidado com a bateria, uma vez que o seu funcionamento deficitário causa enormes problemas a outras componentes fulcrais do carro, suscitando assim mais atenção do que boa parte dos restantes elementos da viatura. Tenha em mente que a duração média das baterias é de quatro anos, embora esta possa ser ainda maior se for garantida a sua operacionalidade nas condições recomendadas;

Verifique regularmente os travões, amortecedores e correia de distribuição, em especial quando já tenha passado algum tempo desde a última ida ao mecânico. Basta um problema ligeiro atingir uma destas partes do seu automóvel para se abrir caminho a algo bem mais substancial e potencialmente despoletador da activação da apólice, algo que irá levar a seguradora a ponderar uma eventual subida desta no ano seguinte.

Se pretender baixar o preço do seguro do seu veículo não ignore as cinco dicas que lhe acabamos de referir, bem pelo contrário. Leia as indicações deixadas com o máximo de atenção, siga-as à risca e tire partido das vantagens numa dupla vertente, a obtenção de uma apólice mais barata e de um carro mais cuidado.

Carro menos fiável do mundo

Um estudo da Warranty Direct, uma seguradora britânica, deu origem a uma lista dos piores e menos fiáveis componente que se estragam com maior frequência num automóvel e em que modelos. Reunindo esses componentes, deu origem a um suposto carro que seria o Monster MK1, o maior pesadelo para qualquer condutor.

Este estudo pretendeu contabilizar as peças menos fiáveis nos automóveis comercializados no Reino Unido. Com base numa amostra de 50 mil apólices de seguro, criou-se assim o Monster Mk1, o carro que reúne as peças menos fiáveis num único automóvel.

Este verdadeiro pesadelo de quatro rodas está equipado com os travões do Audi A8, a suspensão do BMW M3, que requere algum tipo de reparação todos os anos, o motor 1.8 de 160 cavalos do MG-TF e a caixa de velocidades do Land Rover Freelander, conhecida pelas dores de cabeça que causa aos seus proprietários.

Assustado? Mas o pesadelo continua. Para compor o este conjunto, o Monster MK1 conta ainda com o sistema de arranque do Mercedes Viano, a electrónica do Renault Mégane, o ar condicionado do Seat Alhambra, o sistema de refrigeração do Seat Toledo e a direcção do Volvo C70.

Para se ter uma ideia deste carro amigo de todas as oficinas, se todas as partes que se danificam com maior frequência estivessem dispostas num único modelo, o Monster MK1, o seu proprietário teria que gastar todos os meses algo como 2.309 euros em reparações.

De acordo com a Warranty Direct, algumas destas reparações chegam a atingir os 7.800 euros. Pior que isso é a frequência com que alguns dos modelos em análise acusam estes problemas. Por exemplo, 40% dos proprietários de um BMW M3 requerem alguma reparação na suspensão ou nos eixos durante o ciclo de vida do veículo.

A Warranty Direct criou também um índice de fiabilidade que lista os dez melhores e os dez piores modelos. Uma informação que pode consultar em www.reliabilityindex.com.

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