Liberty inaugura Auto Drive-in

A Liberty Seguros inaugurou o primeiro CLA Drive-In na Fonte Santa – Paúl, em Torres Vedras. Trata-se de uma versão dos Centros Liberty Auto de Lisboa e Porto adaptada à dimensão local e resulta de uma parceria com a oficina BretesCar, liderada por Vítor Brettes.

O CLA Drive-In é um centro de serviço desenvolvido pela Liberty Seguros de apoio aos seus clientes envolvidos em acidentes de viação, onde estes poderão participar o sinistro e realizar de imediato a peritagem, sem necessidade de marcação prévia. Se a peritagem for a título definitivo, o Cliente tem a possibilidade de deixar o seu veículo a reparar e sair do CLA Drive-in com um veículo de substituição.

A Liberty Seguros e a BretesCar terão em curso, durante três meses, uma Campanha de Inauguração que inclui oferta do óleo na revisão da viatura e de check-up pré-inspecção e “ida” ao IPO para Clientes e Agentes Liberty Seguros.

A oferta de mudança de óleo só é válida após confirmação da marcação do serviço para uma 3ª ou 5ª feira, apenas para o óleo 5w30 e limitada ao stock existente. Incluem-se todos os clientes, particulares e empresas, excepto rentings, não sendo acumulável com outras campanhas em curso. A campanha é válida nas instalações da BretesCar da Fonte Santa – Paúl e Carregado e não inclui mão-de-obra e filtros.

Seguro automóvel: preço cai 30%

Os seguros estão cada vez mais baratos. Nos últimos anos, graças à elevada concorrência no sector, a tendência de descida do valor dos prémios tem sido generalizada, mas mais visível no ramo automóvel. Quem o diz é a Associação Portuguesa de Seguradores (APS), que calcula em cerca de 30% a quebra média nos últimos seis ou sete anos.

A tendência só não é acompanhada pelo segmento dos seguros de saúde, onde a estrutura de custos é determinante para a formação de preço. Este segmento «reflecte, regra geral, em dobro, a taxa de inflação».

Os resultados do European Consumer Satisfaction Índex (ECSI) para Portugal relativo ao sector segurador mostram um público cada vez mais satisfeito com o serviço prestado: a avaliação melhorou em todos os critérios analisados, com especial destaque para o tratamento de reclamações, e os aspectos mais valorizados são a imagem e a qualidade.

A maioria dos consumidores de seguros é pouco leal a uma marca, porque é sensível ao preço (mais de 84%), mas a grande maioria (mais de 80%) dizem que o preço só os faria mudar de empresa se a diferença face ao prémio actual fosse superior a 20%.

O presidente da associação que representa o sector considera que os dados agora divulgados «contrariam o preconceito que existia, de que o sector não tinha qualidade. Considero que houve uma revolução silenciosa no sector, nos últimos anos, feita de forma exemplar. Não é por acaso que temos uma dimensão tão positiva em Portugal: temos um volume de negócios anual superior a 15 mil milhões de euros, é maior do que todo o sector da distribuição, que anda nos 14 mil milhões».

O estudo à satisfação dos consumidores de seguros foi levado a cabo pela Universidade Nova de Lisboa, em parceria com o Instituto Português da Qualidade e a Associação Portuguesa da Qualidade (IPQ e APQ). Foram realizadas 4.041 entrevistas a clientes de 12 seguradoras. A empresa com melhor avaliação foi, pelo segundo ano consecutivo, a Generali, sendo que nem os autores do estudo nem a APS quiseram revelar os nomes das seguradoras com piores níveis de satisfação. «Mesmo a última tem um nível de satisfação elevado. A diferença entre as classificações das várias empresas é muito pequena», assegurou apenas Pedro Seixas Vale.

Crise faz aumentar número de carros a circular sem seguro

O número de carros a circular nas estradas portuguesas sem seguro aumentou em 2009. No ano passado o Instituto de Seguros de Portugal abriu quase 5.500 processos contra condutores envolvidos em acidentes que não tinham os carros segurados. Um aumento de 5,6% face a 2008.

Mas a crise está também a dificultar a cobrança do pagamento aos condutores faltosos. O valor de reembolsos caiu cerca de 8% para os 2.600 milhões de euros, menos 160 milhões que em 2008.

Reflexo das dificuldades económicas, além de não terem seguro, os condutores não têm dinheiro para pagar ao fundo de garantia automóvel os danos provocados pelo acidente.

Este ano a tendência mantém-se: entre Janeiro e Maio o ISP já abriu quase 2.300 processos contra condutores sem seguro automóvel, o que dá uma média de 460 automobilistas apanhados por mês.

Apesar desta subida, o número de automóveis a circular sem seguro continua a diminuir face a 2005…ano em que o ISP detectou mais de 7 mil condutores que circulavam sem seguro automóvel.

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