Seguro acessível para os veículos clássicos

A dificuldade em encontrar a apólice certa a um preço justo para os automóveis antigos está agora ao alcance da bolsa da maioria dos portugueses. Convém sublinhar que nem todas as alternativas no mercado são benéficas para quem deseje utilizar os seus “meninos” em estrada, mas há diversos aspectos a ter em conta, pelo que se recomenda uma análise cuidada para escolher a opção indicada.

Para as seguradoras nacionais, um veículo clássico ganha esse estatuto se tiver 25 anos ou mais. Contudo, esse facto é inútil caso não se possua o certificado de “automóvel clássico”, apenas emitido por duas entidades nacionais, o Museu do Caramulo (MC) e Automóvel Club de Portugal (ACP). Se não for esse o seu caso, solicite o diploma junto daquelas ou, em alternativa, contrate um comum seguro, embora estes sejam geralmente caros e apliquem os restritos critérios gerais de adesão a este tipo de serviços.

A resistência das empresas com negócio em território luso e a inércia dos políticos em aprovar leis que incentivem aquelas a cobrir os automóveis em circulação no país, não são, porém, suficientes para os veículos antigos em “rodagem”. Essa mesma realidade confirma-se na escassa oferta de somente quatro companhias, a Fidelidade Mundial, Liberty Seguros, Império Bonança e Tranquilidade, as únicas com apostas nesta área (ainda) demasiado ignorada.

Para ficar a conhecer melhor as opções vigentes no mercado nacional, segue-se uma breve descrição das vantagens e desvantagens de cada um, a seu tempo exploradas ao pormenor no presente site. As informações incluem os aspectos mais relevantes, embora seja aconselhável a consulta detalhada de acordo com o carro “antigo” para o qual se pretende adquirir a apólice.

Seguro de veículos clássicos Fidelidade e Império Bonança
Nas duas companhias do Grupo Caixa Geral de Depósitos é possível proteger carros antigos de titulares com 20 ou mais anos e pelo menos cinco sem registo de sinistros. As alternativas encontram-se compreendidas entre os 97.71 euros e os € 124.02, apesar do pressuposto da quilometragem ilimitada se manter e não haver obrigação de “prender” a apólice do veículo diário à entidade na qual se contrata o seguro para o clássico.

Seguro de veículos clássicos Liberty

Ao contrário das propostas das empresas de capital público, o Auto Clássicos da Liberty oferece a oportunidade de seleccionar inúmeros extras, causando assim uma oscilação de preço entre os 67.61 euros e € 117.75, mas sempre com a imposição de subscrever o seguro para outro carro. Além disso, a quantia mínima não permite a livre circulação, consentindo somente a deslocação para exposições e actividades pontuais dedicadas a mostras destas máquinas.

Seguro de veículos clássicos Tranquilidade
Com anuidades que vão desde os 59.02 euros aos € 144.10, qualquer proprietário de automóveis antigos pode ficar descansado relativamente às principais consequências inesperadas que possam surgir ao circular nas estradas. Contudo, a cobertura depende da subscrição do pacote Essencial ou Exclusivo, sendo que para ambos é condição obrigatória possuir o seguro de um segundo veículo novo no grupo Tranquilidade.

Seguro automóvel OK!Teleseguro – protocolo DECO

Nem sempre é fácil saber qual é o melhor seguro para o nosso automóvel, sobretudo quando a informação que existe é vasta. Por isso, há sempre quem procure uma via alternativa para ficar a saber qual é a melhor opção possível, nomeadamente consultando as entidades de referência na regulação do mercado. Não é, portanto, de estranhar, que a opinião dos especialistas da Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores (DECO) seja levada muito a sério, acima de tudo no que diz respeito às parcerias estabelecidas.

Como é do conhecimento geral, a Proteste tem procurado criar protocolos a nível de crédito, seguros e outros serviços, escolhendo as melhores entidades do respectivo sector. A selecção é rigorosa e consolidada somente depois de apuradas as mais-valias apresentadas aos clientes, que acabam por relevar bastante as empresas com quem a DECO se associa. Estas começam a ser vistas de forma mais positiva pelos consumidores, que encaram esta ligação à Proteste como um voto de confiança na qualidade dos serviços prestados.

É no seguimento da linha de pensamento de que uma instituição de defesa do consumidor opta pelo melhor para este último, que diversas pessoas tomam a decisão de enveredar pela contratação de serviços a entidades como UNICRE ou a Caixa Galicia, que já fazem parte das empresas com o símbolo de aprovação de qualidade DECO, respectivamente no que diz respeito a cartões de crédito e créditos à habitação ou pessoais. É nesta restrita lista de instituições com os melhores serviços da sua área que entra a Ok!Teleseguro, que foi a escolhida pela DECO para a criação do seguro automóvel considerado como o melhor em território nacional.

Ao contratar o seguro auto OK!Teleseguro/DECO, o cliente poderá beneficiar de um desconto mínimo de 10 por cento no prémio, que será acompanhado pela garantia de apoio para a fácil e rápida resolução de sinistros referentes às coberturas de danos próprios.

Além disso, é assegurada uma pronta solução em caso de perda total do veículo, com substituição do mesmo (mediante apuramento de factos), embora esta seja uma característica exclusiva para associados da DECO. Se não estiver convencido, pode sempre consultar de forma regular os estudos anuais da Proteste onde esta comparada as melhores soluções para os seguros auto das várias categorias, incluindo uma análise às coberturas mais vantajosas. A terminar, é de realçar que a DECO garante mediação em caso de conflito entre o assegurado e a OK!Teleseguro, isto no que concerne à interpretação e aplicação das condições contratuais.
Se está com dúvidas quanto ao seguro que deve utilizar para “cobrir” o seu automóvel, consulte as condições facultadas pela alternativa OK!Teleseguro/DECO, e pese o que lhe é oferecido nesta com as premissas das propostas de outras entidades. Confira o que existe, o que não há, e avalie qual a melhor solução para a sua carteira, mas acima de tudo, para a sua segurança. Estude as diferentes opções com calma e decida com responsabilidade.


 Seguro automóvel OK!Teleseguro   protocolo DECO

Consolidação de seguros

Numa altura em que está instalada a crise, todos procuram formas de poupar, das mais diversas formas. Uma delas surgiu há recentemente pouco tempo: a consolidação de seguros. A operação é simples: procura-se a entidade que ofereça a melhor qualidade/preço e reúnem-se todos as apólices de seguro numa só. O resultado é apelativo: menos dinheiro a sair do orçamento familiar.

A razão pela qual cada vez mais a oferta de consolidação de seguros é maior, prende-se com um factor essencial, que tem dois pontos muito positivos para as duas partes envolvidas. Por um lado, economiza o consumidor, porque são oferecidos descontos muito atractivos (chega-se a poupar até 40 por cento); por outro lado, ganha a entidade a quem é solicitada a reunião dos seguros, porque tem mais um cliente, mas acima de tudo, mais dinheiro a entrar, mesmo que tenha de fazer um desconto pelos mesmos serviços. As contrapartidas continuam a valer a pena, e muito, para os envolvidos no contrato.

Uma das principais ideias a reter na consolidação de seguros, que é simultaneamente uma estratégia, é: quanto mais serviços solicitar, mais barato lhe sai cada seguro. Uma regra que não conhece excepções. Em termos práticos, poderá chegar a poupar até 35 por cento, tendo as apólices na mesma seguradora, ao contrário do que aconteceria solicitando um seguro em cada empresa.

Dicas úteis para a consolidação de seguros

- Analisar correctamente as necessidades de cada elemento da família, adquirindo apenas o que é essencial, eliminando extras e opções desnecessárias. Tudo aquilo que seja adicional deve ser bem estudado, a fim de se avaliar de é uma mais-valia, pelo preço que se paga, ou apenas mais um encargo;

- Optando por uma ou outra seguradora, analise bem os trâmites contratuais da mesma. Tenha especial atenção a pontos que são essenciais: coberturas a 100 por cento e serviço de assistência ao tomador;

- Recorra à ajuda de um profissional para que seja tomada a melhor decisão. Ele poderá avaliar correctamente as cláusulas, o que garante e não garante a consolidação dos seguros. Ao trocar um seguro por outro, para efectuar a consolidação de apólices, reveja atentamente com o profissional todos os pormenores. Não troque o bom pelo barato, que lhe acabará por sair caro;

- O único risco que deve estar coberto, no seguro à habitação, é o de incêndio, e apenas para propriedades horizontais, logo, não obrigatórias para as moradias. Por isso, caso tenha um seguro mais amplo, instale sistemas de vigilância e protecção (câmaras de segurança, alarmes, grades, vedações ou outros). Estes elementos provocam uma descida do seguro pago, porque quanto menor o risco de assalto da habitação, mais barato fica o seguro;

- Para o crédito à habitação é quase sempre exigido que o credor tenha seguro de vida. Este último aumenta todos os anos, mas resista à tentação de o reduzir, se tiver pessoas dependentes de si. Em caso de morte, a casa fica paga, mas benefícios do seguro de vida são mínimos;

- No caso dos seguros de saúde, opte por um que cubra somente grandes gastos médicos. Desta forma fica garantido o mais complicado. No entanto, tenha em conta que isso significa que despesas médicas e cuidados básicos não estão incluídos. No caso da consolidação, esta característica é crucial, podendo-lhe permitir poupar muito dinheiro, eliminado o em tratamentos em que pode recorrer ao Sistema Nacional de Saúde;

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