Seguro automóvel OK!Teleseguro – protocolo DECO

Nem sempre é fácil saber qual é o melhor seguro para o nosso automóvel, sobretudo quando a informação que existe é vasta. Por isso, há sempre quem procure uma via alternativa para ficar a saber qual é a melhor opção possível, nomeadamente consultando as entidades de referência na regulação do mercado. Não é, portanto, de estranhar, que a opinião dos especialistas da Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores (DECO) seja levada muito a sério, acima de tudo no que diz respeito às parcerias estabelecidas.

Como é do conhecimento geral, a Proteste tem procurado criar protocolos a nível de crédito, seguros e outros serviços, escolhendo as melhores entidades do respectivo sector. A selecção é rigorosa e consolidada somente depois de apuradas as mais-valias apresentadas aos clientes, que acabam por relevar bastante as empresas com quem a DECO se associa. Estas começam a ser vistas de forma mais positiva pelos consumidores, que encaram esta ligação à Proteste como um voto de confiança na qualidade dos serviços prestados.

É no seguimento da linha de pensamento de que uma instituição de defesa do consumidor opta pelo melhor para este último, que diversas pessoas tomam a decisão de enveredar pela contratação de serviços a entidades como UNICRE ou a Caixa Galicia, que já fazem parte das empresas com o símbolo de aprovação de qualidade DECO, respectivamente no que diz respeito a cartões de crédito e créditos à habitação ou pessoais. É nesta restrita lista de instituições com os melhores serviços da sua área que entra a Ok!Teleseguro, que foi a escolhida pela DECO para a criação do seguro automóvel considerado como o melhor em território nacional.

Ao contratar o seguro auto OK!Teleseguro/DECO, o cliente poderá beneficiar de um desconto mínimo de 10 por cento no prémio, que será acompanhado pela garantia de apoio para a fácil e rápida resolução de sinistros referentes às coberturas de danos próprios.

Além disso, é assegurada uma pronta solução em caso de perda total do veículo, com substituição do mesmo (mediante apuramento de factos), embora esta seja uma característica exclusiva para associados da DECO. Se não estiver convencido, pode sempre consultar de forma regular os estudos anuais da Proteste onde esta comparada as melhores soluções para os seguros auto das várias categorias, incluindo uma análise às coberturas mais vantajosas. A terminar, é de realçar que a DECO garante mediação em caso de conflito entre o assegurado e a OK!Teleseguro, isto no que concerne à interpretação e aplicação das condições contratuais.
Se está com dúvidas quanto ao seguro que deve utilizar para “cobrir” o seu automóvel, consulte as condições facultadas pela alternativa OK!Teleseguro/DECO, e pese o que lhe é oferecido nesta com as premissas das propostas de outras entidades. Confira o que existe, o que não há, e avalie qual a melhor solução para a sua carteira, mas acima de tudo, para a sua segurança. Estude as diferentes opções com calma e decida com responsabilidade.


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Consolidação de seguros

Numa altura em que está instalada a crise, todos procuram formas de poupar, das mais diversas formas. Uma delas surgiu há recentemente pouco tempo: a consolidação de seguros. A operação é simples: procura-se a entidade que ofereça a melhor qualidade/preço e reúnem-se todos as apólices de seguro numa só. O resultado é apelativo: menos dinheiro a sair do orçamento familiar.

A razão pela qual cada vez mais a oferta de consolidação de seguros é maior, prende-se com um factor essencial, que tem dois pontos muito positivos para as duas partes envolvidas. Por um lado, economiza o consumidor, porque são oferecidos descontos muito atractivos (chega-se a poupar até 40 por cento); por outro lado, ganha a entidade a quem é solicitada a reunião dos seguros, porque tem mais um cliente, mas acima de tudo, mais dinheiro a entrar, mesmo que tenha de fazer um desconto pelos mesmos serviços. As contrapartidas continuam a valer a pena, e muito, para os envolvidos no contrato.

Uma das principais ideias a reter na consolidação de seguros, que é simultaneamente uma estratégia, é: quanto mais serviços solicitar, mais barato lhe sai cada seguro. Uma regra que não conhece excepções. Em termos práticos, poderá chegar a poupar até 35 por cento, tendo as apólices na mesma seguradora, ao contrário do que aconteceria solicitando um seguro em cada empresa.

Dicas úteis para a consolidação de seguros

- Analisar correctamente as necessidades de cada elemento da família, adquirindo apenas o que é essencial, eliminando extras e opções desnecessárias. Tudo aquilo que seja adicional deve ser bem estudado, a fim de se avaliar de é uma mais-valia, pelo preço que se paga, ou apenas mais um encargo;

- Optando por uma ou outra seguradora, analise bem os trâmites contratuais da mesma. Tenha especial atenção a pontos que são essenciais: coberturas a 100 por cento e serviço de assistência ao tomador;

- Recorra à ajuda de um profissional para que seja tomada a melhor decisão. Ele poderá avaliar correctamente as cláusulas, o que garante e não garante a consolidação dos seguros. Ao trocar um seguro por outro, para efectuar a consolidação de apólices, reveja atentamente com o profissional todos os pormenores. Não troque o bom pelo barato, que lhe acabará por sair caro;

- O único risco que deve estar coberto, no seguro à habitação, é o de incêndio, e apenas para propriedades horizontais, logo, não obrigatórias para as moradias. Por isso, caso tenha um seguro mais amplo, instale sistemas de vigilância e protecção (câmaras de segurança, alarmes, grades, vedações ou outros). Estes elementos provocam uma descida do seguro pago, porque quanto menor o risco de assalto da habitação, mais barato fica o seguro;

- Para o crédito à habitação é quase sempre exigido que o credor tenha seguro de vida. Este último aumenta todos os anos, mas resista à tentação de o reduzir, se tiver pessoas dependentes de si. Em caso de morte, a casa fica paga, mas benefícios do seguro de vida são mínimos;

- No caso dos seguros de saúde, opte por um que cubra somente grandes gastos médicos. Desta forma fica garantido o mais complicado. No entanto, tenha em conta que isso significa que despesas médicas e cuidados básicos não estão incluídos. No caso da consolidação, esta característica é crucial, podendo-lhe permitir poupar muito dinheiro, eliminado o em tratamentos em que pode recorrer ao Sistema Nacional de Saúde;

Regras mais rígidas na publicidade das Seguradoras

O Instituto de Seguros de Portugal (ISP) conta avançar esta semana com uma norma regulamentar sobre a publicidade no sector, que prevê maior protecção para os consumidores de seguros e fundos de pensões, anunciou o ISP em comunicado.

“Prevê-se a aprovação no decorrer da próxima semana de uma norma regulamentar sobre publicidade que introduz deveres relevantes”, diz o comunicado do supervisor dos seguros divulgado no domingo.

As expressões ‘sem custos’, ‘sem encargos’, ou similares, “apenas podem ser utilizadas quando não for elegível qualquer pagamento associado às condições publicitadas”, avançou o ISP, tal como a expressão ‘seguro contra todos os riscos’, que o supervisor realça que “não deve ser utilizada nas mensagens publicitárias”.

Também a expressão ‘oferta’, ‘presente’, ou outras semelhantes, não devem ser utilizadas na publicidade das seguradoras “quando se verifiquem quaisquer condições ou circunstâncias que possibilitem a exigibilidade da devolução ou compensação daquela ‘oferta’, ‘presente’, ou similar”, diz o documento.

“Quando a mensagem publicitária indique que as condições publicitadas são as mais vantajosas do mercado, ou que a empresa de seguros ou a entidade gestora de fundos de pensões é a única empresa ou entidade gestora especialista em determinado sector de mercado, ou a ‘melhor do mercado’ ou menções similares, estas devem, a todo o momento, ser susceptíveis de prova”, sublinhou o ISP.

Para assinalar o Dia do Consumidor, o supervisor deu conta das principais iniciativas desenvolvidas em 2009 com impacto na protecção dos interesses do consumidor de seguros e fundos de pensões, como a obrigação das seguradoras instituírem uma função autónoma responsável pela gestão de reclamações, tal como um provedor do cliente.

Houve também alterações no regime jurídico dos planos de poupança-reforma, planos de poupança-educação e planos de poupança reforma-habitação, com a uniformização das designações das comissões cobradas pelas seguradoras em destaque, a par da isenção do pagamento de comissões as transferências, internas ou externas, dos planos de poupança que não dêem garantias de rendibilidade.

A comissão de transferência aplicável aos produtos com garantia de capital ou rendibilidade fica limitada a um máximo de 0,5 por cento.

Nos seguros de capitalização, o ISP definiu em 2009 as condições de pagamento do valor de resgate e do valor do reembolso no vencimento do contrato.

Foi também lançado o Portal do Consumidor de Seguros e Fundos de Pensões em Julho de 2009, que é visto pela entidade como um “instrumento fundamental no quadro do relacionamento entre a autoridade de supervisão e os consumidores”.

O ISP deu ainda conta que o serviço de atendimento ao público do supervisor, telefónico e presencial, registou um acréscimo de 10 por cento no ano passado, com um total de 66 765 contactos feitos pelos consumidores para obterem esclarecimentos sobre seguros e fundos de pensões.

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