Os melhores seguros automóveis
Não há como escapar ao seguro automóvel, pois este é obrigatório para a circulação do veículo. No entanto, ao contrário do que acontecia há uns anos atrás, hoje em dia as opções no mercado são variadíssimas e existe uma forte concorrência entre as seguradoras, o que só beneficia o cliente. Contudo, para que este ganhe realmente, é necessário que avalie de forma correcta o mercado, estudando as diferentes alternativas e optando pela que mais lhe convenha. Nesse sentido, deixamos algumas dicas sobre que tipos apólices são mais indicadas para cada “quadrante” de veículo em termos de qualidade/preço do serviço, referindo as características que mais fazem variar o prémio do seguro.
Automóveis mais velhos pagam mais
O facto de um carro ser antigo é um dos factores de maior oscilação no prémio do seguro. Por isso, caso esta seja a realidade do seu automóvel, opte por escolher um dos pacotes mais básicos, que tenha somente a cobertura obrigatória de responsabilidade civil (capital mínimo de 750 mil euros para prejuízos materiais e 2.5 milhões para danos corporais) e a facultativa de assistência em viagem. Esta última pode ser eliminada se já possuir esse serviço associado, por exemplo, a um cartão de crédito, pois muitas entidades bancárias oferecem esta apólice ou descontos consideráveis quando ligada a um cartão.
Quando o veículo é novo, escolha um serviço mais completo, preferencialmente com a cobertura de danos próprios do automóvel, pois este inclui indemnização em caso de roubo, incêndio ou colisão, desde que não haja intervenção de terceiros. A extensão aos ocupantes também é aconselhável, uma vez que assegura compensação ao condutor caso este sofra um acidente de que tenha sido causador. Coberturas de vandalismo são igualmente de considerar, mas apenas quando se vive numa zona de alto risco para a ocorrência destes fenómenos. Continuar a ler
Seguros Contra Todos os Riscos – cuidado
A expressão «seguro contra todos os riscos» pode induzir os consumidores em erro. O alerta é do Instituto Português de Seguros (ISP) que aprovou hoje uma norma que impede a utilização dessa denominação em campanhas publicitárias, por parte das seguradoras, conforme já tinha sido inclusivamente referido antes em: Regras mais rígidas na publicidade das Seguradoras.
«De facto, não existe nenhum seguro que cubra todos os riscos», esclareceu uma fonte do ISP, à agência Lusa. As restrições alargam-se ainda a expressões como «sem encargos», «oferta» e «presente», segundo o princípio que regula a publicidade efectuada pelas empresas de seguros, mediadores e entidades gestoras de fundos de pensões.
A designação «seguro contra todos os riscos», é assim desincentivada. Porque, afinal, os seguros nunca abrangem os riscos todos que os clientes podem correr. Tenha assim atenção na altura de negociar o próximo seguro.
A norma regulamentar n.º3/2010-R, que se aplica a empresas de seguros, mediadores e entidades gestoras de fundos de pensões, visa regular a publicidade à actividade destas empresas Seguradoras.
O que analisar antes de subscrever o contrato de seguro
Contratar um seguro automóvel ainda é complicado para a maioria das pessoas. Estar por dentro da informação básica sobre os todos os termos técnicos envolvidos num seguro automóvel é difícil e facilmente podemos cair em erros de comparações erradas entre propostas de diferentes seguradoras. De seguida apresenta-se uma checklist básica do que deve verificar e analisar antes de contratar um seguro automóvel.
- O preço da cobertura obrigatória e das coberturas facultativas. Pode-se fazer uma simulação online ou pedir ao segurador uma simulação, nomeadamente, do aumento do prémio em função do aumento do capital seguro em responsabilidade civil para se poder tomar uma melhor decisão;
- Quais os riscos cobertos e os riscos excluídos;
- * As opções quanto à franquia e correspondentes preços do seguro;
- O sistema de funcionamento da tabela de penalização e bonificação do prémio;
- Qual a extensão territorial das diversas coberturas;
- Os critérios utilizados pelo segurador para a determinação e actualização do valor do veículo para efeitos de “danos próprios”, (bem como a respectiva tabela de desvalorização).