Consolidação de seguros
Numa altura em que está instalada a crise, todos procuram formas de poupar, das mais diversas formas. Uma delas surgiu há recentemente pouco tempo: a consolidação de seguros. A operação é simples: procura-se a entidade que ofereça a melhor qualidade/preço e reúnem-se todos as apólices de seguro numa só. O resultado é apelativo: menos dinheiro a sair do orçamento familiar.
A razão pela qual cada vez mais a oferta de consolidação de seguros é maior, prende-se com um factor essencial, que tem dois pontos muito positivos para as duas partes envolvidas. Por um lado, economiza o consumidor, porque são oferecidos descontos muito atractivos (chega-se a poupar até 40 por cento); por outro lado, ganha a entidade a quem é solicitada a reunião dos seguros, porque tem mais um cliente, mas acima de tudo, mais dinheiro a entrar, mesmo que tenha de fazer um desconto pelos mesmos serviços. As contrapartidas continuam a valer a pena, e muito, para os envolvidos no contrato.
Uma das principais ideias a reter na consolidação de seguros, que é simultaneamente uma estratégia, é: quanto mais serviços solicitar, mais barato lhe sai cada seguro. Uma regra que não conhece excepções. Em termos práticos, poderá chegar a poupar até 35 por cento, tendo as apólices na mesma seguradora, ao contrário do que aconteceria solicitando um seguro em cada empresa.
Dicas úteis para a consolidação de seguros
- Analisar correctamente as necessidades de cada elemento da família, adquirindo apenas o que é essencial, eliminando extras e opções desnecessárias. Tudo aquilo que seja adicional deve ser bem estudado, a fim de se avaliar de é uma mais-valia, pelo preço que se paga, ou apenas mais um encargo;
- Optando por uma ou outra seguradora, analise bem os trâmites contratuais da mesma. Tenha especial atenção a pontos que são essenciais: coberturas a 100 por cento e serviço de assistência ao tomador;
- Recorra à ajuda de um profissional para que seja tomada a melhor decisão. Ele poderá avaliar correctamente as cláusulas, o que garante e não garante a consolidação dos seguros. Ao trocar um seguro por outro, para efectuar a consolidação de apólices, reveja atentamente com o profissional todos os pormenores. Não troque o bom pelo barato, que lhe acabará por sair caro;
- O único risco que deve estar coberto, no seguro à habitação, é o de incêndio, e apenas para propriedades horizontais, logo, não obrigatórias para as moradias. Por isso, caso tenha um seguro mais amplo, instale sistemas de vigilância e protecção (câmaras de segurança, alarmes, grades, vedações ou outros). Estes elementos provocam uma descida do seguro pago, porque quanto menor o risco de assalto da habitação, mais barato fica o seguro;
- Para o crédito à habitação é quase sempre exigido que o credor tenha seguro de vida. Este último aumenta todos os anos, mas resista à tentação de o reduzir, se tiver pessoas dependentes de si. Em caso de morte, a casa fica paga, mas benefícios do seguro de vida são mínimos;
- No caso dos seguros de saúde, opte por um que cubra somente grandes gastos médicos. Desta forma fica garantido o mais complicado. No entanto, tenha em conta que isso significa que despesas médicas e cuidados básicos não estão incluídos. No caso da consolidação, esta característica é crucial, podendo-lhe permitir poupar muito dinheiro, eliminado o em tratamentos em que pode recorrer ao Sistema Nacional de Saúde;
Regras mais rígidas na publicidade das Seguradoras
O Instituto de Seguros de Portugal (ISP) conta avançar esta semana com uma norma regulamentar sobre a publicidade no sector, que prevê maior protecção para os consumidores de seguros e fundos de pensões, anunciou o ISP em comunicado.
“Prevê-se a aprovação no decorrer da próxima semana de uma norma regulamentar sobre publicidade que introduz deveres relevantes”, diz o comunicado do supervisor dos seguros divulgado no domingo.
As expressões ‘sem custos’, ‘sem encargos’, ou similares, “apenas podem ser utilizadas quando não for elegível qualquer pagamento associado às condições publicitadas”, avançou o ISP, tal como a expressão ‘seguro contra todos os riscos’, que o supervisor realça que “não deve ser utilizada nas mensagens publicitárias”.
Também a expressão ‘oferta’, ‘presente’, ou outras semelhantes, não devem ser utilizadas na publicidade das seguradoras “quando se verifiquem quaisquer condições ou circunstâncias que possibilitem a exigibilidade da devolução ou compensação daquela ‘oferta’, ‘presente’, ou similar”, diz o documento.
“Quando a mensagem publicitária indique que as condições publicitadas são as mais vantajosas do mercado, ou que a empresa de seguros ou a entidade gestora de fundos de pensões é a única empresa ou entidade gestora especialista em determinado sector de mercado, ou a ‘melhor do mercado’ ou menções similares, estas devem, a todo o momento, ser susceptíveis de prova”, sublinhou o ISP.
Para assinalar o Dia do Consumidor, o supervisor deu conta das principais iniciativas desenvolvidas em 2009 com impacto na protecção dos interesses do consumidor de seguros e fundos de pensões, como a obrigação das seguradoras instituírem uma função autónoma responsável pela gestão de reclamações, tal como um provedor do cliente.
Houve também alterações no regime jurídico dos planos de poupança-reforma, planos de poupança-educação e planos de poupança reforma-habitação, com a uniformização das designações das comissões cobradas pelas seguradoras em destaque, a par da isenção do pagamento de comissões as transferências, internas ou externas, dos planos de poupança que não dêem garantias de rendibilidade.
A comissão de transferência aplicável aos produtos com garantia de capital ou rendibilidade fica limitada a um máximo de 0,5 por cento.
Nos seguros de capitalização, o ISP definiu em 2009 as condições de pagamento do valor de resgate e do valor do reembolso no vencimento do contrato.
Foi também lançado o Portal do Consumidor de Seguros e Fundos de Pensões em Julho de 2009, que é visto pela entidade como um “instrumento fundamental no quadro do relacionamento entre a autoridade de supervisão e os consumidores”.
O ISP deu ainda conta que o serviço de atendimento ao público do supervisor, telefónico e presencial, registou um acréscimo de 10 por cento no ano passado, com um total de 66 765 contactos feitos pelos consumidores para obterem esclarecimentos sobre seguros e fundos de pensões.
Novas coberturas Mapfre Seguros
A MAPFRE SEGUROS passou a disponibilizar duas novas coberturas nas modalidades de topo das suas soluções automóvel:
- Cobertura de Despesas por Privação Temporária da Carta de Condução. Esta cobertura opcional garante o pagamento das despesas comprovadas de deslocação em Portugal, quando o cliente fique temporariamente privado da sua carta de condução, por decisão administrativa ou judicial.
- Cobertura de Protecção às Compras. Incluída como oferta, garante o pagamento de uma indemnização por danos em compras transportadas no veículo seguro, causados por um sinistro garantido ao abrigo da apólice.
A oferta dos melhores produtos e serviços aos seus clientes continua a ser uma aposta forte da companhia. Estas novidades constituem assim uma mais-valia para a melhoria da sua competitividade no mercado e contribuem para uma resposta cada vez mais eficaz às necessidades dos clientes.
Identificada com uma visão contemporânea, a MAPFRE faz questão de imprimir essa sua característica de empresa ágil e dinâmica no seu seguro automóvel. O futuro cliente poderá escolher de um total de 17 modalidades a incluir nos pacotes Básico, Super, Ideal, Extra e Vip, construindo a sua apólice consoante as suas necessidades. A decisão da melhor opção de seguro cabe ao associado, que poderá contar com um compromisso por parte dos profissionais da MAPFRE: trabalho de equipa, em prol do cliente, com resposta para as suas questões.