Seguro Automóvel mais barato

O seguro do nosso carro é um serviço ao qual temos de recorrer obrigatoriamente. O seguro é obrigatório para circularmos na via pública. Procurar o seguro automóvel mais barato ou o que apresente melhores vantagens para o utilizador é sempre uma tarefa difícil. Aqui n’O Seguro Automóvel está disponível informação e dicas de como pagar menos pelo seguro do seu carro, assim como informação de produtos, seguradoras e de como funcionam os vários mecanismos ligados a prémios, carta verde, declaração amigável e muito mais.

Seguradoras apostam em apólices anticrise

O “enorme aumento de impostos” anunciado pelo Ministro das Finanças, Vítor Gaspar, não tem afectado todos os portugueses de igual forma ou, como o Governo prefere verbalizar do alto dos seus €5.686,60 de vencimento médio, existe falta de “equidade na distribuição dos sacrifícios”. Quem vive dos rendimentos do trabalho vê o seu orçamento pilhado a cada dia que passa e infelizmente a solução para compensar esse assalto à carteira dos contribuintes é muitas vezes anular a subscrição de produtos e serviços que embora fundamentais acabam por representar um mal menor no esquema maior da situação actual.

Um dos sectores mais prejudicados nesta óptica do essencial secundário – se é que assim o poderemos definir – tem sido o dos seguros, até há bem pouco tempo em franca expansão mas que desde o início da década tem vindo a perder clientes a um ritmo acelerado. O mais preocupante é o facto de essa queda se verificar sobretudo no ramo vida, no qual se encontram os seguros de vida e poupança-reforma. No entanto, a realidade é transversal ao ramo não vida, afectando neste caso, e principalmente, os seguros de doença, saúde e habitação.

Tendo em vista a supra descrita inversão de cenário, as seguradoras viram-se forçadas a criar novas estratégias de abordagem ao mercado e aos potenciais interessados. São precisamente as apostas desenvolvidas nesse sentido que realçamos de seguida através da apresentação dos variados tipos de ofertas que se encaixam nessas tendências agora iniciadas.

Apólices low cost com as coberturas básicas
Os seguros de baixo custo são tipicamente característicos das entidades a operarem nas vias directas (telefone e internet) mas essa realidade está notoriamente a mudar. Embora as marcas do segmento low cost sejam em boa parte detidas pelos grupos de actividade tradicional é hoje evidente que as sinergias têm de ser mais latentes, o que leva à necessidade de assumir expressamente a ligação entre entidade detida e detentora. O resultado é a criação de apólices elementares e, logo, mais acessíveis, por parte das seguradoras convencionais, sem quaisquer preconceitos, algo impensável num passado não muito distante.

Seguros adicionais por valores residuais
Informe-se acerca da possibilidade de subscrever um seguro que considere relevante se isso culminar num custo/benefício mais elevado, isto é, se a apólice adicionada em junção com a/s que já possuía significar um maior retorno pelo dinheiro pago, mesmo que tenha de entra com uma quantia suplementar. Por vezes vale a pena.

Mais coberturas pelo mesmo preço
Algumas seguradoras ampliam o leque de coberturas quando confrontadas com a saída de um cliente. Por isso, aproveite essa disposição e tente negociar as condições do seu contrato para diminuir o seu custo ou, em alternativa, alargar a protecção inscrita na apólice.

Liquidação parcelada do prémio do seguro
Caso tenha uma boa apólice ou não esteja disponível para alterações pode sempre escolher, se lhe for permitido, liquidar o seguro em duas ou três prestações. Questione a sua seguradora e confirme se tem ocasião de o fazer sem penalizações.

Europ Assistance cobre carros usados da MINI

A Europ Assistance estabeleceu recentemente uma parceria com a MINI Portugal, passando a participar no programa de usados MINI Next com a sua garantia.

O programa MINI Next foi especificamente desenhado para veículos com menos de cinco anos e 150 mil quilómetros e contempla coberturas semelhantes às de origem durante 24 meses e quilometragem ilimitada.

Além da garantia, o segurado tem também a cobertura de assistência em viagem em Portugal e no estrangeiro, disponível 24 horas por dia, todos os dias do ano. Em caso de venda do veículo, a parceria prevê que a garantia seja transmitida ao novo proprietário.

Com esta parceria, a Europ Assistance reforça o seu posicionamento no mercado automóvel, que constitui actualmente uma das quatro áreas de negócio em que opera.

Grupo Europ Assistance
Criado em 1963, o Grupo Europ Assistance, pioneiro nos serviços de assistência, disponibiliza os seus serviços
mundialmente, oferecendo a particulares e empresas soluções para situações imprevistas, 24 horas por dia e todos os
dias do ano. Inicialmente nos ramos de actividade tradicionais (viagem e automóvel), o Grupo Europ Assistance
alargou, desde 2004, a sua oferta de serviços às áreas da saúde, família e domicílio.

Mais informações em www.europ-assistance.pt

A crise faz diminuir o número de acidentes automóveis

No ano passado, a taxa de frequência de sinistros automóvel desceu para 12,6 %, o que equivale a menos 1,5% do que em 2010. Esta diminuição deve-se à redução substancial da circulação de veículos em Portugal devido à crise. Estes dados foram divulgados pela consultora Actuarial.

Segundo a Actuarial, “para isto terá contribuído a contracção do nível de actividade económica com um decréscimo do Produto Interno Bruto (PIB) de 2%, que fez reduzir substancialmente a circulação de veículos, e, consequentemente, a exposição ao risco de sinistro e dos segurados do ramo Automóvel”.

O estudo, com base no modelo de previsão da Actuarial, destacou que “a queda do PIB fez reduzir a exposição ao risco” e que “o novo código da estrada teve influência na descida da sinistralidade”.

Contudo, “se bem que a sinistralidade rodoviária esteja influenciada pela evolução da exposição ao risco (medida pelo PIB) e pelas condições de condução (analisadas através da pluviosidade), as maiores penalizações do código da estrada introduzidas em 2005 tiveram algum impacto na redução da frequência de sinistros”, lê-se nas conclusões do estudo.

“O modelo da Actuarial-Consultadoria estima em 0,97 pontos o efeito na redução da frequência de sinistros. Isto significa que as alterações no Código da Estrada de 2005 poderão ter reduzido a sinistralidade rodoviária de 2011 em 54.330 sinistros, num ano em que terão existido 715.204 participações de sinistros às seguradoras”, revelou a consultora.

Página seguinte →